quinta-feira, 31 de maio de 2007

Margarida Esdrúxula


Curiosidade:

Com o dinheiro que ganharam num festival de música, Kleiton e Kledir compraram uma moto (primeiro investimento) e a batizaram com o nome de “Margarida Esdrúxula” e nela fizeram muitas viagens e viveram muitas aventuras. Uma vez furou um pneu, já era noite e ficaram numa estradinha de terra no meio do Rio Grande do Sul, apenas com umas bananas liofilizadas (em passas) sem passar uma viva alma por ali. Depois de algumas horas sem saber o que fazer, entre cobras e lagartos, passou um homem e deu carona pra eles. Depois mandaram buscar a “Margarida Esdrúxula” que coitadinha ficou entre os sapos e as corujas.

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Aguardem


Essa semana o site de Kleiton e Kledir será relançado com o apoio da UOL.Depois vem os Blogs.
Aguardem!

sábado, 26 de maio de 2007

Agenda


Agenda de shows

Junho

01 e 02 – Teatro Raul Cortez/ Duque de Caxias – RJ
Sexta e sábado

09 – Campo Bom – RS

29 e 30 – Teatro Municipal/ Niterói – RJ
Sexta e sábado

segunda-feira, 21 de maio de 2007

Texto de Letícia Wierzchowski




Obrigada pelos comentários fofos de sempre!

Postando rapidinho hoje e atendendo ao pedido da Sil:
Encontrei a foto na internet, e acredito que foi tirada em Porto Alegre. Muito linda mesmo! Aproveito para colocar o credito da foto, Adriana Franciosi / ZH

Obs: Repeteco da foto!

Ilustra um momento marcante e de muita emoção vivido em 2003 e esperado por muitos, foi o primeiro encontro profissional dos irmãos no palco, Kleiton, Kledir e Vitor, apresentaram-se com a orquestra da Ulbra no Teatro da Ospa em Porto Alegre. O encontro rendeu uma homenagem da escritora Letícia Wierzchowski a dona Dalva, mãe dos três músicos sensacionais.

Segue texto:

Dona Dalva

Domingo à noite em Porto Alegre, no Teatro da Ospa, a platéia está lotada. Uma emoção, como um sopro, forma um coro de vozes, uma cantoria que vem mais longe do que da boca, vem da essência mesma de uma gente. A gente do paralelo 30. No palco, os irmãos Ramil. Kleiton, Kledir e Vitor, embalados pela Orquestra da Ulbra. De bocas jovens e antigas, de bocas modernas e conservadoras, de todas as bocas escapam versos e refrões. Estrela-estrela. Deu pra Ti, baixo astral. Ramilonga. Vira Virou. Canção da meia-noite.
Tri-legal é pouco pra definir aquela noite de puro enlevo gaúcho. (E quando digo gaúcho, não estou diminuindo ou aumentando, mas qualificando esta emoção que traduz uma identidade.)
Na época dos Almôndegas, eu brincava de bonecas. Mas eu dancei Maria Fumaça pelo resto dos meus dias infantis. Cresci, casei e tive um filho. A trilha sonora dessa gestação foi Estrela-estrela... Quando eu escrevi a A casa das sete mulheres, a trilha era Ramilongas, Em plena avenida Higienópolis, São Paulo, todas as tardes, da minha janela se evolava a música de Vitor Ramil. Não sei se ele apreciou o livro, mas somente com Vitor cantando é que eu transpunha o tempo e ia às lonjuras do Rio Grande de 1835.
No show dos Ramil, eu lembrei dessas coisas e me quedei emocionada. Acabei pensando em dona Dalva, a mãe daqueles três. Seria lindo se ela estivesse na Ospa e visse os filhos fazendo música para um bando de porto-alegrenses enlevados. Porque alguma coisa dela há na magia que dos seus filhos se emana. Ela ensinou-os a navegar nas águas deste mar. Então que lhe deixo o meu encanto. Dizem que a fruta não cai longe do pé – e aqui não se trata de saber se dona Dalva sabe tocar um violão. Não bastava que ofertasse leite e papinha pros meninos (a não ser que as papinhas de Pelotas tenham qualquer segredo que desconheço). Dona Dalva, deve ter dado muito mais, alma e luz. A coisa deu certo: não é pra qualquer criatura isso de encarnar a essência de uma gente.
Depois do show, voltei pra casa. João, meu filho, estava acordado, posto que nasceu boêmio (o que me faz pensar que possa ser músico um dia). Acho que vou comprar um violão pra ele. E ligar pra dona Dalva, pedir umas dicas. Não sei se João tocaria tão fundo nas almas, como fazem os irmãos Ramil cada um ao seu modo. Mas sempre é uma chance de garantir trilha sonora. De qualquer jeito, fica aqui meu voto para dona Dalva. Talvez fosse o caso dela ganhar um Açorianos pelo seu trabalho com aqueles três poetas loucos de cara. Ou um prêmio de incentivo à cultura. Gente, ela merece.

Letícia Wierzchowski

sexta-feira, 18 de maio de 2007

Pipa



Curiosidade:

Quando crianças Kleiton e Kledir encontraram na rua uma cachorra bem pequenininha e ela comeu tanto que ficou com a barriga grande. Parecia uma pipa, um barril, pois a barriga encostava no chão e ela não conseguia caminhar. Aí ganhou o nome de “Pipa”.

Não posso deixar de falar das fotos...

Kleiton com 6 meses, bebê super lindo e aos 7 anos já com estilo de violinista.
Kledir com 6 meses, parecia um bonequinho muito fofo e aos 10 anos na foto 3x4

Ps: Tá bom, não tenho a foto da Pipa.

Chique no último


Chique no último!Programa da Família Ramil em francês, a partir do dia 28.
O programa A Família Ramil em francês vai ao ar a partir de segunda 28 de maio (semana 22). Para ouvir, entrem no site http://www.nuancesdubresil.fr/ , clicar na bandeirinha brasileira, clicar na janela Espaço Rádios e localizar a rádio, o dia e o horário que for conveniente, as horas marcadas são horas francesas e no Brasil são 5horas de diferença de fuso.

Falando da foto...

Super linda, local bonito e harmonia perfeita do trio. Sinceramente eu adoro esta foto!

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Show




Show de Kleiton & Kledir na Expotchê com participação
especial da cantora Alexandra Scotti
Brasília 03 de junho de 2006


sábado, 12 de maio de 2007

Eu também


Eu também tenho uma dupla maravilhosa e sensacional!

Thales & Thaylo

Feliz Dia das Mães


Parabéns a todas as mamães, e claro, dona Dalva que nos presenteou com esta maravilhosa e sensacional dupla!
Beijos

quinta-feira, 10 de maio de 2007

O que Kleiton e Tom Zé têm em comum?


O que Kleiton e Tom Zé, têm em comum além da genialidade musical?
Os tênis!
Como assim, usam a mesma marca?
Não, saíram de casa com tênis trocados!
Kleiton, em Sampa, com tênis All Star preto, até aí tudo bem, mas, atenção ao detalhe, um pé com listra vermelha e o outro com listra preta, além do cadarço, um cruzado e o outro reto.
Tom Zé, no programa do Jô. Tênis branco, porém, modelo diferente. Disse que pegou o primeiro que encontrou no armário e nem se deu conta.
Músicos, cantores e compositores considerados cult.
Vocês acham que gênios têm tempo pra perder com pormenores? Alguém aí que cuide disso.
E quem disse que precisa ser tudo tão certinho?

O Pai Invisível


O Pai Invisível
Palestras e sessões de autógrafos

Dias:

10/05 Feira do Livro de Esteio RS
15/05 Manaus AM – Sempre um Papo
16/05 Rio Branco AC – Sempre um Papo
18/05 Charqueadas RS
29/05 ESPM – Porto Alegra RS

Crédito fotógrafo Diego Vara

quarta-feira, 9 de maio de 2007

Primeira participação discográfica


A primeira participação discográfica de Kleiton e Kledir foi em 1971, com a canção “Supersatisfeito” de autoria do Kledir no 3º Samba Jovem, festival de música lançado pela Rádio Universidade Católica de Pelotas. Produzido e dirigido pelos jornalistas Sérgio Augusto Siqueira e Deogar Soares, o espetáculo tinha inspiração nos grandes festivais da antiga TV Record. O irmão mais velho, Kleber, participou do 1º, 2º e 3º Samba Jovem e Kleiton e Kledir inicialmente iam apenas fazendo vocal 68/69.

Em 1975, iniciaram profissionalmente a carreira com o grupo Almôndegas, misturando MPB, Rock e Folclore Gaúcho. Lançaram quatro discos e duas coletâneas.

Ps: Que pena, não tenho nenhuma foto do disco Samba Jovem para postar!

segunda-feira, 7 de maio de 2007

Homenagem ao Kleiton


Grêmio
Bicampeão 2007

Até a pé nós iremos

Para o que der e vier

Mas o certo é que nós estaremos

Com o Grêmio onde o Grêmio estiver...

Parabéns Kleiton!

domingo, 6 de maio de 2007

Corpo e Alma



Corpo e Alma
“Bridge Over Trouble Water” ( Paul Simon )
Versão: Kledir Ramil

Homenagem ao Kleiton e a dupla Paul Simon e Garfunkel.

Curiosidade:
Kleiton ficou emocionado e chorou tanto de felicidade que no dia de gravar Corpo e Alma, não conseguiu porque trancou a voz. Só uns dias depois quando viajaram para os Estados Unidos, para finalizar o disco, foi que conseguiu cantar e fazer a gravação que todos conhecem muito bem.

Paul Simon recebe homenagem do Congresso dos Estados Unidos e versão de Kleiton & Kledir será apresentada em vídeo

No próximo dia 23 de maio, o cantor e compositor Paul Simon receberá no Congresso dos Estados Unidos o prêmio Gershwin Prize for Popular Song.
Durante o evento será apresentado um vídeo com os principais intérpretes do compositor em todo mundo, do qual fará parte o recente DVD “Ao vivo” de Kleiton & Kledir, onde os irmãos aparecem cantando “Corpo a Alma” (a versão que fizeram para “Bridge Over Troubled Waters” e virou sucesso no Brasil).
O Gershwin Prize é um prêmio anual instituído pela U.S. Library of Congress, em reconhecimento à profunda e positiva contribuição da música popular para a cultura mundial.
A gravação do evento será transmitida em rede nacional nos EUA, dia 27 de junho, pela PBS.

Foto - crédito Sandra Prado

sábado, 5 de maio de 2007

E assim surgiu o fã-clube


E assim surgiu o fã clube

18/07/1997 no Gran Circular.

Fã que é fã acaba sempre pagando mico. Não fugi à regra:
Show em Brasília da dupla Kleiton & Kledir, meus ídolos! Imperdível, vou até de charrete.

Como consegui pegar autógrafos antes, só Deus pra saber. Lembro perfeitamente que a única louca na platéia gritando LINDOS! Coincidentemente era Eu.

Segundo show em Brasília no Conjunto Nacional em 1999. De cara Kledir me reconheceu, nossa que vergonha... Ah, você é aquele do show! A própria.

Cheguei cedo, pedi autógrafo na passagem de som e a fotografia deixei para o final. Estratégia!
Voltando ao mico, como disse cheguei cedo e procurei ficar na frente, porém, as cadeiras estavam reservadas para convidados segundo as informações do segurança.
Ok fiquei atrás da corda, aquela corda que fã detesta. Depois de um tempo, percebi que eram muitos convidados e achei uma injustiça. Peguei a cadeira, pedi para um rapaz colocá-la na frente e fui. Então é isso, só não me chamaram de bonita porque o resto... Melhor não falar.
Enfim, fiquei entre a primeira e segunda fileiras. Precisei inventar alguma coisa, para que as moças do meu lado direito parassem de reclamar. Quem sabe uma conversa com alguém? “Se não tem tu, vai tu mesmo”, exatamente, a dupla a minha frente. Eles conversavam sobre a decoração de natal do conjunto nacional, que foi feita pelo Joãozinho Trinta e não agradou aos visitantes do shopping. E foi aí que entrei:
Eu também não gostei, prefiro o tradicional, papai Noel e árvore de Natal.
Senti a atenção voltada para mim e quando percebi já falava de Kleiton e Kledir.
As moças? Sei lá! Enquanto conversava puxava de mansinho a cadeira para frente, eu era a única fora do lugar.
Enfim o show... Cantei todas as músicas, afinal estavam na ponta da língua.
Num determinado momento houve a participação do público e o Kledir, pediu para que eu fizesse um versinho no ritmo da música Balaio (quase tive um troço). Como fazer um verso tão rápido e no meio de tanta gente (só se eu fosse repentista) lembrei de um da minha infância e rapidinho musiquei e cantei um verso.
A recompensa? Risos, aplausos, um beijo e um abraço.
As moças? Pararam de reclamar e aplaudiram também.
Terminado o show, fui cercada por uma turma que perguntou:Você é de Pelotas? Bah! Tu tinhas que fazer isso mesmo (com relação ao mico) eu não teria coragem, disse Luciana que logo tornou-se uma grande amiga. A partir daí começou uma amizade muito forte e muito querida.
Passamos a nos reunir para curtirmos juntos essa dupla maravilhosa que há muito tempo faz parte da minha vida.
Assim surgiu o fã-clube e brinco que somos diferentes, não estamos presentes nos shows, exceto em Brasília, mas, estamos presentes em pensamento e torcendo sempre pelo sucesso deles.
Depois fomos correndo tirar fotografias afinal, são nossos ídolos, não é?
Um super beijo para o Fã Clube Corpo e Alma, a turma do gargarejo!

Foto - crédito Gilberto Shimokamaki

sexta-feira, 4 de maio de 2007

Doce Magia pra lá do arco-íris


Carinho e admiração que vem desde Velha Gaita e Amor Caipira e Trouxa das Minas Gerais.
Depois peguei carona na Maria Fumaça e viajei vivendo intensamente:
Paixão, Fonte da Saudade, em alguns momentos Deu pra Ti, outros Nem Pensar, Navega Coração bem no Fundo do Mar, Viva Corpo e Alma.
De repente como o Vento Negro, tudo, Vira Virou!
Acabou a magia?
Não. Ficou guardada com um náufrago e seu Diário de Bordo, navegando nas águas pra lá do arco-íris.
De repente tudo, Vira Virou!
Mamma Mia!
Dois
Que bom viajar outra vez na Maria Fumaça e viver outras histórias, viver novos encantos nessa Doce Magia pra lá do arco-íris.

Crédito - fotógrafo Diego Vara