sexta-feira, 16 de maio de 2008

Kleiton & Kledir in Brasília


Kleiton & Kledir in Brasília

A melhor atração da Expotchê

Kleiton & Kledir

Dia 31 de maio, sábado

Imperdível !!!

Beijos a todos

Vitor Ramil


Para passar para todos os amigos....

O site correto é http://www.premiotimdemusica2008.com.br/


Após receber 4 troféus no Prêmio Açorianos - SATOLEP SAMBATOWN está na final do Prêmio Tim de Música com a indicação de VITOR RAMIL a melhor cantor de MPBconcorrendo com DJAVAN e EMILIO SANTIAGO.
A entrega dos troféus aos vencedores do Prêmio TIM acontece dia 28 de maio no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Quem quiser votar em VITOR RAMIL, já que ele também concorre na categoria Voto Popular, poderá fazê-lo, através do site http://www.blogger.com/


SATOLEP SAMBATOWN, grande vencedor do Prêmio Açorianos
nas categorias:
Disco (MPB): Satolep Sambatown (Vitor Ramil e Marcos Suzano)
Espetáculo do Ano : Satolep Sambatown (Vitor Ramil e Marcos Suzano)
Compositor: Vitor Ramil (CD Satolep Sambatown) Intérprete: Vitor Ramil (CD Satolep Sambatown)

Vitor Ramil e Marcos Suzano



Vitor Ramil e Marcos Suzano: “Satolep Sambatown”

Por Catia Dechen


Foto: Eneida Serrano (Divulgação)

“Satolep Sambatown” é o nome do novo CD de Vitor Ramil, em parceria com o percussionista Marcos Suzano. A dupla criou uma sonoridade diferente, em que instrumentos convencionais se misturam a ‘samplers’ e sintetizadores.O projeto tem a marca da dupla em tudo. Eles dividem a produção do disco, tocam os instrumentos, experimentam sons e mantêm suas raízes musicais. Essa comunhão é representada até no nome do álbum: “Satolep” é Pelotas (cidade natal de Vitor Ramil) escrita ao contrário, e “Sambatown” vem do primeiro álbum solo de Marcos Suzano, de 1996.O álbum conta com participação de Jorge Drexler e da carioca Kátia B. “Satolep Sambatown” é um disco de experimentações. Nele encontramos um repertório que mistura o samba, o choro e a milonga, ritmo mais conhecido no Rio Grande do Sul, com uma base eletrônica. Tudo isso é novidade na trajetória da dupla, que também se uniu especialmente para esse trabalho.Novos conceitos são sempre bem vindos, mas nem toda experimentação é bem sucedida. O resultado aqui é um pouco estranho. Uma milonga que às vezes se transforma em samba, um eletrônico que não chega a ser moderno, um samba sem aconchego. Parece faltar um pouco de tempero.